Marshall Mcluhan

Biografia:

Aos nove anos de idade, em 1920, McLuhan se mudou de Edmonton para Winnipeg. E foi lá que cursou o colegial e faculdade, se formou na Universidade de Manitoba, obtendo bacharelado em 1932 e o mestrado em Literatura Inglesa Moderna em 1934.

Em 1920, quando McLuhan tinha nove anos, a família mudou-se de Edmonton para Winnipeg e foi ali que ele cursou o colegial e faculdade, formando-se pela Universidade de Manitoba, obtendo o bacharelado em 1932 e o mestrado em Literatura Inglesa com uma bolsa de estudos na Universidade de Cambridge, na Inglaterra, em 1939. Fez doutorado em filosofia, em 1943, com uma tese sobre o autor satírico inglês Thomas Nashe.

Entre 1936 e 37 foi professor de literatura na Universidade de Wisconsin, entre 1944 e 1946, na Universidade de Assumption e em Saint Louis, nos Estados Unidos. Ensinou também na Universidade de Toronto, entre 1946 e 1979.

Foi pioneiro no estudo das tecnologias e seus impactos na construção da sociedade humana em suas diferentes fases. Publicou cerca de 15 obras e ainda teve uma participação no filme “Noivo neurótico, noiva nervosa” (1978), de Woody Allen. O filósofo representava ele próprio e explica que o professor de Mídia, personagem da fila do cinema que contracena com Allen e Diane Keaton na seqüência do filme, não entendeu nada de suas teorias.

McLuhan morreu dia 31 de dezembro de 1980 enquanto dormia. No mês de setembro do ano anterior, havia sofrido uma trombose que o deixou incapaz de falar, ler ou escrever.

Idéias Principais:

As idéias deste intelectual têm estimulado milhares de artistas, intelectuais e jornalistas, em todo o mundo. McLuhan introduz as expressões “o impacto sensorial”, “o meio é a mensagem” e “aldeia global” como metáforas para a sociedade contemporânea, ao ponto de se tornarem parte da nossa linguagem do dia a dia.

Foi precursor dos estudos midiológicos, seu foco de interesse não está nos efeitos ideológicos dos meios de comunicação sobre as pessoas, e sim na interferência deles nas sensações humanas.

Como paradigma da aldeia global, ele elegeu a televisão, um meio de comunicação de massa em nível internacional, que começava a ser integrado via satélite. Esqueceu, no entanto, que as formas de comunicação da aldeia são essencialmente bidirecionais e entre dois indivíduos. Somente agora, com o telemóvel e a internet, é que o conceito se começa a concretizar.

É de sua autoria uma famosa frase que descreve a TV: A imagem, o som e a fúria, também a que que define a influência da televisão: “o meio é a mensagem”.

Obras Principais:

Entre as obras divulgadas no Brasil estão:
– 1969. A Galáxia de Gutenberg: a formacao do homem tipografico. Ed. da Univ. de São Paulo. Tradução: Leônidas Gontijo de Carvalho e Anísio Teixeira.

– 1969. Os meios de comunicação como extensões do homem (Understanding Media). Editora Cultrix. tradução: Décio Pignatari

– 1969. O meio é a mensagem. Ed. Record. Tradução: Ivan Pedro de Martins. (com Quentin Fiore)

– 1971. Guerra e Paz na Aldeia Global. Ed. Record. Tradução: Ivan Pedro de Martins. (com Quentin Fiore)

– 1973. Do Clichê ao Arquétipo. Ed. Record. Tradução: Ivan Pedro de Martins. (com Wilfred Watson)

– 2005. McLuhan por McLuhan: conferências e entrevistas. Ed. Ediouro.

Além dessas, há outras divulgadas em inglês e espanhol.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: